Internet colaborativa e inteligência coletiva a favor das empresas

Publicado por viviane em 12/03/2010 09:55am

Durante a Web2Expo, um dos principais eventos de Internet mundiais, que aconteceu em Nova York em novembro, quem melhor ilustrou as vantagens das empresas em adotarem as técnicas colaborativas foi Sanjay Dholakya, chief marketing officer da Lithium, empresa que presta consultoria em redes sociais para empresas como AT&T, Verizon, Barnes&Noble, Linksys, Intel e outras gigantes.

Segundo ele, 66% dos internautas do mundo entraram em redes sociais no último ano. E, ao contrário do que se possa pensar, não são apenas adolescentes que as utilizam. No Facebook, por exemplo, 58% dos usuários têm mais de 35 anos, conta Dholakya. Mais: 25% das buscas feitas em mecanismos como o Google caem em conteúdos gerados pelos usuários, como a Wikipedia, blogs e outras redes sociais.

E o que as pessoas discutem? “Muitas das conversas são sobre as empresas, seus produtos. Então estas empresas têm que escolher: estamos nisso ou não?”, diz.

Ele então relata casos de empresas que entenderam e souberam usar a inteligência coletiva a seu favor. “É difícil convencer a alta direção a entrar neste mundo, mas o que os convence é o ROI (retorno sobre investimento) que se pode ter com estas ações”, conta. Este retorno pode vir em economias com marketing e atendimento ao cliente e até aumento nas vendas, como foi o caso do aspirador automático iRobot.

“A comunidade sugeriu ao fabricante que permitisse a personalização do aspirador, para que fosse como uma espécie de animal de estimação. A empresa fez, e a versão personalizada vendeu US$ 50 milhões”, relata Dholakya.Para completar, há também efeitos colaterais: uma comunidade ativa falando sobre uma empresa aumenta consideravelmente seus resultados nos sites de busca.

Quer mais? Toda essa interatividade, novidades, dicas, referências e recomendações que decorrem da participação da empresa em comunidades e redes sociais são ferramentas ativas e constantes de branding, pois ajudam a promover a imagem e fixar sua marca.

E então? A sua empresa está nessa ou não?

Fonte: Publicidade na Web

Gastos com publicidade na internet devem superar mídia impressa nos EUA

Publicado por viviane em 11/03/2010 10:08am

Pela primeira vez, os investimentos com publicidade na internet vão superar os gastos com a mídia impressa nos Estados Unidos. De acordo com estudo da Outsell, divulgado nesta segunda-feira, dia 8 de março, a propaganda online vai movimentar US$ 119,6 bilhões, contra US$ 111,5 bilhões dos impressos.

No total, os gastos com publicidade nos EUA devem aumentar 1,2% em 1010, para US$ 368 bilhões. Entretanto, os jornais impressos deverão perder 8,2%, o que corresponde a US$ 27 bilhões.

Fonte: Comunique-se

Otimização do Conteúdo – Tarefa para Peritos

Publicado por viviane em 10/03/2010 09:32am

Por Fabiano de Mattos - Coordenador SEO (Hi-Mídia)

É comum, principalmente no mercado internacional, acreditarmos que o elemento mais crítico para impulsionar o seu posicionamento nos mecanismos de busca são os links que apontam para seu web site!

VERDADEIRO. Muito verdadeiro. MAS... Também importa quão bem as páginas de seu site são "otimizadas" sob o ponto de vista "Relevância" para determinadas palavras ou frases (keywords).

Em outras palavras, será difícil de ser encontrado nos buscadores para suas importantes palavras-chave, se sua página não é otimizada para aqueles termos!

O processo de Otimização do Conteúdo, que envolve a correta utilização de tags semânticas no decorrer do texto de suas páginas, rotulação baseada em keywords e planejamento da disposição do conteúdo em níveis (Arquitetura da Informação), pode resolver esse problema de uma vez por todas!

Ao otimizar o conteúdo de suas páginas web, você estará certificando-se que o esforço  dedicado na criação de uma rede de links estará sendo corretamente traduzido em valor de relevância para suas mais importantes palavras-chave perante a compreensão dos mecanismos de busca.

A análise realizada por peritos em otimização de sites (SEO) indicará como atingir o equilíbrio entre suas ações On-Page (otimização do conteúdo) e ações Off-Page (link building) com o objetivo de favorecer seu posicionamento para palavras-chave relevantes em sua campanha.

Observe que eu uso a palavra equilíbrio acima. Esse é a peça crucial do quebra-cabeça.

A não utilização de keywords (palavras-chave) corretas com elevado volume de buscas em seu nicho, ou talvez o baixo aproveitamento do conteúdo com poucas palavras-chave em sua página podem levar os mecanismos de busca a não definir corretamente ao que se relaciona seu conteúdo.

Também o excesso de palavras-chave ou sua repetição exagerada podem conduzir os Buscadores a pensar que você está tentando enganá-los, podendo gerar punições para o site!

A função de peritos em otimização (Analistas SEO) é saber quando esse ponto de equilíbrio é atingido, o que lhe dará ótimos resultados para as palavras-chave de alta relevância para seu website.

Atenção desfocada, publicidade fragmentada

Publicado por viviane em 09/03/2010 10:09am

Por Rafael Liporace*

Com estímulos vindos de todas as direções, hoje somos acostumados a ver tudo ao mesmo tempo sem nos prender a nada. A profusão dos meios de comunicação e das tecnologias nos habituou a distribuir a atenção, a absorver parte da informação que nos é passada para complementá-la nos outros meios. A forma de absorver informação já mudou e não tem mais jeito. Se o meio jornalístico já está se adaptando a essa nova era, com notícias on-line, pelo celular e com canais de notícias rápidas e superficiais, a publicidade não pode ficar para trás.

Obviamente, anúncios de revista, spots e filmes de 30 segundos continuam e continuarão funcionando. Porém, já deixaram de ser suficientes há muito tempo. Muito mais do que integrada, a comunicação não pode limitar-se aos meios tradicionais. O consumidor cresceu exposto aos meios tradicionais e, para distribuir sua atenção por todo o ambiente, desenvolveu um grosso filtro para as informações que dali vem. Com a atenção superficial e distribuída, que observamos no consumidor de hoje, uma exposição da marca em um meio tradicional facilmente fica presa no filtro do consumidor. Porque já é esperado que ela esteja lá.

Trabalhando o inesperado, a surpresa, não só é mais fácil entrar na mente consumidora como permanecer por lá. As chamadas novas mídias não somente atraem o público com o diferente como tornam mais factível a experiência de marca. Não é um papel, não está numa tela, não são ações notoriamente voltadas para milhões de pessoas: as mídias alternativas oferecem ao consumidor a sensação de que aquilo que ele está vivendo foi montado somente para ele e mais um pequeno grupo.

Num mundo em que a diferença entre os produtos e serviços concorrentes está mais nas agências do que nas fábricas, produzir uma sensação de relação íntima do consumidor com a marca é um trunfo na briga pelo share. Ações nas quais o consumidor se sinta parte dos poucos que tiveram acesso o torna mais próximo da marca patrocinadora e o faz sentir-se valorizado por ela: não foi um anúncio veiculado para ele mais 100 milhões, foi algo que apenas alguns puderam ver.

* Rafael Liporace é especialista em Marketing pela UFF, Graduado em Comunicação Social na ESPM Rio, sócio-diretor geral da Biruta Mídias Mirabolantes e professor da ESPM Rio.

Fonte: Mundo do Marketing

Indústria de música em streaming está mudando para os grandes players

Publicado por viviane em 08/03/2010 11:06am

HP lança o MusicStation

A HP fez uma parceria com o provedor de serviços musicais Omnifone para distribuir a plataforma de serviços musiciais MusicStations, de forma ilimitada, para cerca de 16 modelos HP por países europeus.

- O serviço permitirá acesso ilimitado a milhões de canções de quatro grandes estilos musicais e estará disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Áustria, Bélgica, Holanda, Suécia e Suíça.

- Será um serviço baseado em assinatura, que custará mensalmente EUR9.99.

- O serviço estará ativo em todos os novos computadores da HP, mas ele também será compatível com alguns computadores HP já existentes.

DoubleTwist faz parceria com T-Mobile

Com este novo acordo, a T-Mobile está agora promovendo a DoubleTwist como a forma de suporte para sincronizar mídia a sua linha de telefones Android.

- O seu serviço de música funcionará com quase todos os dispositivos excluindo iPhone, como Android, Droid, Blackberry, PSP...

- Todos os dispositivos disponíveis estão listado no seguinte link: http://www.doubletwist.com/dt/Home/Help.dt#supporteddevices

* Leia o artigo original em New challengers of iTunes

E-commerce e o dever de casa da pequena empresa

Publicado por viviane em 05/03/2010 10:57am

Dez empresas ficam com 75% do faturamento, mas há espaço para pequeno e nichos especializados. Para serem bem sucedidos, esses negócios precisam ser bem construídos

Por Sandra Turchi*

Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web; porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena.

Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do e-commerce no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.

As micro e pequenas empresas, que ainda estão sem saber o que fazer, podem “testar” o e-commerce com investimento muito baixo, participando de sites que são integradores de lojas, como num shopping. Com isso, os custos são rateados, permitindo estar on-line, vendendo, ou seja, tendo uma experiência com essas ferramentas. Esses “shoppings” cobram um valor similar a uma taxa de aluguel ou condomínio, dessa forma o lojista pode verificar se consegue interagir no mundo on-line, se tem estrutura para manter a loja no ar e atualizada, e ainda medir os resultados.

Em geral, a operação para estar presente nesse tipo de portal de compras é muito simples, não requer uma grande especialização. Obviamente, esse modelo não permite muitas customizações e adequações, mas mesmo assim, é uma ótima alternativa para quem está começando, a preços realmente muito atrativos.

O ideal mesmo é buscar criar vários canais de acesso para seus clientes. Como exemplo, há lojas que permitem comprar on-line e retirar o produto diretamente na loja física, isso serve para os mais céticos que ainda não se sentem confortáveis em realizar todo processo via web.

Buscadores

Mas o “X” da questão não está somente em ter uma loja ou estar on-line. É fundamental ser encontrado por aqueles que demandam esse tipo de produto e isso ocorre se a empresa for localizada por buscadores, como o Google, hoje o principal canal de pesquisa que antecede as compras de quase tudo. Isso sim demanda conhecimento especializado e bastante trabalho, além de novos investimentos, que podem ser bem superiores ao investimento no próprio e-commerce.

Isto vale para produtos ou serviços. A importância de ser localizado pelos buscadores é crucial para o sucesso ou fracasso dos negócios. Para citar um exemplo de serviço, que é um setor menos comentado do que outros, o negócio pode ser uma assistência técnica de eletrodomésticos. O site da empresa deve indicar claramente se ela é autorizada de que fabricantes, sua localização, tempo de resposta, tipo de atendimento, bem como horário de funcionamento.

Por que tudo isso? Pois esses são pontos muito relevantes para quem estiver procurando esse tipo de serviço e será importante isso aparecer rapidamente para ele.

Entenda o cliente

É preciso tentar pensar com a mente do cliente (e isso é um ponto óbvio em marketing, que poucas empresas fazem!). O que quero dizer? Não é necessário realizar grandes, e caras, pesquisas de mercado para identificar qual é o processo de decisão do cliente. Basta perguntar diretamente a alguns deles para descobrir qual o caminho que percorrem até chegar a sua loja.

Por exemplo, falando desse caso, como a pessoa vai procurar nos buscadores a tal assistência técnica? Em geral ela digitaria “assistência técnica da marca tal”, e poderia complementar colocando a cidade ou o bairro para refinar a busca. Com isso, surgirão nas primeiras páginas, como “resposta”, empresas cujos sites estiverem bem construídos e que fizeram sua lição de casa adequadamente.

* Sandra Turchi (sturchi@acsp.com.br) é superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo e coordenadora do curso Estratégias de Marketing Digital (férias ESPM).

Fonte: Webinsider

Em 2010, metade da população brasileira navegará na web

Publicado por viviane em 04/03/2010 10:23am

Em 2010, metade da população brasileira navegará na Internet. Essa é a principal conclusão do Mídia Digital, evento promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para debater o futuro dos meios eletrônicos para as empresas.

Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, em 2009, 70 milhões de brasileiros estavam online. Para 2010, a projeção é de que esse número atinja 100 milhões, o que ressalta a importância de se conhecer o comportamento dos consumidores nessa esfera.

Ela destaca que, atualmente, os internautas tomam muitas decisões através dos buscadores e buscam rapidez nesse processo, para não perder tempo em suas decisões.

“Nas pesquisas que o internauta realiza via Google, 50% abandonam o buscador após a segunda página de resultados e 75% confiam nas informações obtidas. Com isso, é fundamental que as corporações se esforcem para figurar nesse ‘top’ de resultados para se tornarem mais ‘encontráveis’”, ponderou Sandra.

A superintendente destacou ainda a importância da empresa em compreender essa nova realidade, que repercute diretamente nos negócios e relacionamentos.

“O consumidor está cada vez mais envolvido no mundo online e, em função disso, está se informando mais. Consequentemente, em várias situações, quando ele vai a um estabelecimento, acaba se mostrando mais esclarecido do que até os próprios funcionários do local”, alertou.

Mobile Marketing e Redes Sociais

Sandra Turchi também apontou a força do mobile marketing como uma das grandes tendências da área.

“No Brasil, temos praticamente mais celulares que pessoas. Entre as Micro e Pequenas Empresas (MPEs), 91% dos empreendedores possuem acesso ao aparelho. Com esse cenário, o smartphone ganha ainda mais força para firmar-se como plataforma multimídia”, comenta.

O diretor executivo da Drimio, Salomão Casas Neto, por sua vez, ressaltou a crescente importância das redes sociais. Ele acredita que encontrabilidade e engajamento são dois dos principais elementos que as empresas obtêm fazendo parte desses ambientes.

“Considerando que 88% dos consumidores buscam informações antes de comprar e 43% recomendam produtos, mesmo que as companhias não abram canais de relacionamento em redes sociais, elas estão inseridas neles mesmo que desconheçam ou não queiram, por meio de comentários das experiências dos consumidores com as marcas”, finalizou.

Fonte: Decision REPORT

O papel do Gerente de E-Commerce

Publicado por viviane em 03/03/2010 11:17am

Por Luiz Dias*

A internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa.

O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Por isso, este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.

Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações. No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.

A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho.

Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google Analytics, Yahoo Web Analytics, Predicta ou Adobe Omniture, por exemplo. Está em encontrar os problemas e recomendar as sugestões de melhoria, bem como traçar estratégias de organização da informação e encontrar ou criar as melhores oportunidades.

É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos itens quanto possível.

Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo. Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas, Search Engine Optimization, Search Engine Marketing e imersão em

Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia. Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas.

No entanto, existem estratégias que podem tornar o E-Commerce mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços a cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais. Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.

O Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.

* Luiz Dias é Gestor Comercial de E-Commerce da CENTAURO.com.br e autor do site www.GerenteDeEcommerce.com.br


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