Acessar redes sociais é a principal atividade dos brasileiros na internet

Publicado por viviane em 08/02/2010 08:27am

Acessar a sites como Orkut, Facebook e Twitter é a principal atividade dos brasileiros na internet, quando o acesso é feito para fins pessoais. Uma pesquisa realizada pela consultoria GfK aponta que 47% dos internautas do país usam esse tipo de serviço - o índice entre as mulheres é maior (53%).

O estudo indica que os brasileiros têm um comportamento diferente do resto do mundo. Enquanto as redes sociais são as preferidas por aqui, na média mundial esse tipo de site fica apenas em quarto lugar, atrás de enviar e-mails (55% das pessoas usam o correio eletrônico), uso de sites de busca e enciclopédias colaborativas como a Wikipédia e a leitura de notícias.

No Brasil, o segundo principal serviço é o de e-mail, usado por 44% dos internautas. Em terceiro lugar, com 40%, estão empatados o acesso a informações gerais, como sites de busca, enciclopédias colaborativas ou números de telefone, e a leitura de notícias.

A GfK diz que, no mundo todo, o comportamento na internet não depende apenas do sexo do internauta ou de sua classe econômica, mas também da intensidade do uso.

Pessoas que gastam mais de três horas por dia na web para uso particular fazem mais parte de redes sociais online, jogam mais jogos da web e baixam mais música do que as pessoas que usam a Internet menos de uma hora por dia.

A empresa ouviu 17 mil pessoas em todo o mundo. No Brasil participaram mil pessoas maiores de 18 anos em 12 capitais ou regiões metropolitanas.

Fonte: ClickPB

Misturando o Twitter com o Google Maps

Publicado por viviane em 05/02/2010 08:19am

Conectar o conteúdo que as pessoas colocam na web com a posição geográfica delas é a grande aposta da internet em 2010. Imagine uma mistura de Twitter com Google Maps. Em vez de você ver apenas o que as pessoas dizem ou fazem, pode filtrar por país, cidade ou até o bairro e saber o que está acontecendo em volta de você de acordo com a sua localização.

Sites americanos como o Foursquare, o Loopt, o Whrrl, o Gowalla e o Brightkite são alguns dos que apostam na geolocalização. Com 19 meses de existência e 5 milhões de usuários cadastrados, o Brightkite é apontado como candidato a ganhar destaque em 2010.

Os celulares que vêm com GPS, como iPhone e os novos telefones com o sistema criado pelo Google, o Android impulsionaram o surgimento da ideia e desses sites.

Um novo aplicativo, o Twittervision faz a integração entre o Twitter e o Google Maps. As mensagens do twitter enviadas por seus usuários são vistas no Google Maps com um balão de fala do usuário no exato lugar do mapa onde ele se encontra.

Fonte: Publicidade na Web

Otimizando para variações de grafia

Publicado por viviane em 04/02/2010 11:26am

Por Fabiano de Mattos - Coordenador SEO (Hi-Mídia)

Algumas vezes Webmasters encontram a necessidade de posicionar seus websites para Palavras-Chave com erros de grafia e encontram nisso um obstáculo compreensível, pois não podem incluir essas palavras no conteúdo de seu site e, preferencialmente, também não devem utilizá-las em seus links externos.

Outro problema similar acontece quando um site possui domínio com termos incomuns, algumas vezes com pronúncia que deixa margem a troca de vogais, como o caso do site Nonuba.com.br que algumas vezes é confundido com “nanuba” ou “nunuba”.

O fato é que algumas dessas palavras-chave acabam recebendo uma quantidade grande de pesquisas que não oferecem resultados satisfatórios, pois os mecanismos de buscas ainda não estabeleceram um completo co-relacionamento entre o termo correto e sua variação de grafia ou similaridade. Para a maioria dos erros comuns, os buscadores já compreendem o possível equívoco oferecendo ao usuário a opção de ajuste automático do erro ou resultados semelhantes, mas isso é um processo gradual de aprendizado do algoritmo no qual podemos influenciar.

Soluções aceitáveis para este tipo de otimização vão das técnicas mais simples, como a inserção das variações de grafia nas Meta Keywords, utilização de ações de link building até a compra de novos domínios compostos pelos erros (variações) mais populares na web.

Até a matéria atual é um laboratório de teste para contornar um desses tipos de problema.

SEO – Por que otimizar?

Publicado por viviane em 04/02/2010 08:50am

A resposta para essa pergunta parece óbvia, mas não é…

Por Fabiano de Mattos - Coordenador SEO (Hi-Mídia)

Sempre que falamos em otimização pensamos em táticas “espertas” para burlar os algorítmicos de sites de busca e alcançarmos os melhores posicionamentos, mas para os “magos” SEO de plantão tenho más notícias…

Brevemente isso não será mais possível, pois os resultados obtidos em pesquisas cada vez mais serão voltados ao perfil do usuário, tornando-se sempre mais pessoais, sendo filtrados por inúmeros fatores, como posicionamento geográfico, histórico de buscas, visitas anteriores e muitos mais.

O real objetivo de um processo de otimização está na possibilidade de valorizar os pontos mais relevantes do conteúdo de uma página, coisa que o formato “blog” já faz quase que automaticamente, desde que o autor saiba escrever e rotular seus textos.

A grande guerra do “link building” brevemente irá depor suas armas, tendo em vista que essa modalidade de avaliação de qualidade, desenvolvida para barrar a manipulação do conteúdo no afã de gerar relevância, já mostra uma série de deficiências sendo também manipulável.

Também já podemos contar com a famosa “web semântica” que tornará os “códigos” mais inteligentes, com uma maior capacidade de rotular o conteúdo, abrindo um leque de possibilidades para uma melhor classificação das páginas de forma mais concisa e objetiva.

Acho que o verdadeiro objetivo da Otimização deve ser esse: direcionar o conteúdo para que atenda a uma pesquisa, oferecendo respostas diretas aos anseios daqueles que buscam por informações exatas.

Em seu “namoro” com a acessibilidade e a usabilidade, a Otimização de conteúdo busca uma arquitetura de informações mais clara e tangível para todos e conta com a seletividade dos “buscadores” (mecanismos de buscas) para tornar isso possível, “empurrando” todo o lixo sem sentido para o fim dos resultados e levando ao conhecimento dos navegantes o que realmente é novo, completo e relevante perante as expectativas de cada um, ainda assim preservando a possibilidade de escolha diante de pelo menos 10 diferentes opções de resultados.

É nesse ponto que o Otimizador torna-se parceiro do mecanismo, alimentando-o com o que é necessário para a real avaliação do conteúdo, este já desenvolvido com características específicas para atender seu público com o que ele realmente busca; informação de qualidade, atualizada e direta.

A otimização “sonha” com uma web mais enxuta, menos poluída, mais sincera.

Fonte: Fabiano de Mattos

Mulheres dominam as redes sociais

Publicado por viviane em 03/02/2010 08:46am

As mulheres se destacam cada vez mais na produção de conteúdos coletivos e despontam como formadoras de opinião nas redes sociais

Segundo dados levantados pelo eMarketer, especializado em pesquisas e estatísticas de Marketing online, as mulheres estão dominando a rede. Divulgada em agosto do ano passado, a pesquisa revela que, com exceção de duas plataformas - a digg e o YouPorn - elas são maioria em todas as redes sociais. No Twitter e no Facebook, as mulheres são 57% dos usuários. No Myspace, chegam a 64%.

As redes sociais são hoje mais do que um meio de manter amigos em contato, divulgar e receber informações, compartilhar fotografias ou atuar em comunidades. Por trás das suas funções diretas e aparentes, as plataformas guardam um atrativo secundário: o poder de influência.

“Comunicação e poder sempre andaram lado a lado. Quem tem mais alcance, mais audiência, mais eco, tem mais valor no mercado da mídia”, diz Rosana Hermann - blogueira há quase uma década, com 50 mil seguidores do Twitter.

E como as mulheres se relacionam com estas redes? Liliane Ferrari, blogueira corporativa, arrisca um palpite: “hoje, ao invés de você virar pra sua amiga e simplesmente dizer ‘adorei esse batom’, a gente tuita, faz post, tira foto e dá nome aos bois”, explica. Dessa forma, muitas empresas ficam de olho no potencial de influência que estas mulheres trazem às marcas.

“Acho que as mulheres têm muito poder de opinião e são absurdamente influentes no cenário atual, muito mais que os homens”, acredita Bia Granja, organizadora do YouPIX e editora da revista Pix.

Fonte: Publicidade na Web

Ipad, as compras online longe dos computadores

Publicado por viviane em 02/02/2010 08:10am

Há muito tempo que os estudiosos de plantão avisam que o uso da internet em um futuro próximo será realizado em sua minoria pelos computadores da maneira como utilizamos hoje. Ao longo dos anos, principalmente os últimos anos estamos vendo isso se tornar realidade com a popularidade cada vez maior de hardwares que disponibilizam uma boa interação e uso da internet fora das nossas tradicionais caixas pretas (desktops).

Hoje as maneiras mais comuns de acesso a internet são, desktop, laptops e celulares. Este último ainda em evolução. Com a entrada da Apple no mercado de celulares o uso da internet por celulares realmente se transformou, a idéia saiu dos sonhos e se transformou em realidade. Com um pouco mais de tempo e com a entrada cada vez maior de celulares como o IPOD o uso da internet pelos celulares será super normal.

Agora a Apple mais uma vez transforma o mercado e transforma o sonho de muita gente em realidade. O IPAD com certeza será assim como o IPOD o precursor do uso da internet de maneira diferente como utilizamos até agora e com isso o uso cada vez maior da internet sem ser em um desktop se transforma em realidade.

ipad

O IPAD é o que a Amazon com seu Kindle deveria ter feito há muito tempo, infelizmente Amazon agora não dá mais! Esse papo todo com relação ao uso da internet é apenas para lembrar que onde há internet, há vendas online. Se hoje se fala de acesso a bancos, ler e-mails, se comunicar com instant Messenger, twittar… Após o período de novidade começa o uso cotidiano da web nestes novos hardwares e ainda entra as compras.

O universo de possibilidade do e-commerce se torna cada vez maior e cada vez mais integrado com a vida e rotina das pessoas. Uma venda online que hoje é realizada dentro do escritório ou em casa, amanhã (não muito distante) pode ser realizada dentro de uma loja física, bem em frente ao vendedor que acabou de perder uma venda, pois seu gerente não conseguiu ter um preço melhor do que a loja online de outro estado.

Outra coisa que imagino é a falta de padronização que ainda sofremos com nossos queridos navegadores, agora imagina você ter que testar sua loja online para IE, Firefox, Chrome, Safari, IPOD, IPAD, Geladeira, Carro… Se não houver um padrão isso vai começar a ficar complicado.

Conheça melhor o IPAD clicando AQUI.

Fonte: E-Commerce Brasil

Não perca clientes. Apareça nos sites de busca!

Publicado por viviane em 22/01/2010 09:36am

Você sabe, por exemplo, que, apesar da grande utilização das redes sociais, os sites de busca são responsáveis por cerca de 80% de todo tráfego da internet?

E o Google continua sendo o mais utilizado. Bom, isso todo mundo sabe. De acordo com um levantamento da NetApplications, o Google permanece como líder entre os sites de busca com participação de 81,22%, seguido por Yahoo, com 9,21%, Bing, com 5,31%, AOL, 1,74%, e Ask, 0,84%. O destaque é para a nova ferramenta de busca da Microsoft, o Bing, que já conseguiu ganhar mercado dos rivais Google, Yahoo e Ask, mas nada que mude muito o cenário atual.

É por isso que as empresas quando querem fazer anúncios patrocinados, investem quase que totalmente no Adwords do Google. Um número bem menor de anunciantes adere aos links patrocinados de outras redes como o Yahoo Search Marketing ou o UOL, no Brasil.

Apesar do Google ser o grande líder e a maior parte das visitas que ocorrem nos sites em geral terem origem nele, é imprescindível aparecer bem posicionado em todos os sites de busca. Em primeiro lugar porque certamente isso vai trazer visitantes de qualquer forma, mesmo que não seja em grande quantidade. Mas a principal razão é que quanto mais links existirem para o seu site nos outros buscadores (e o principal deles é o Yahoo!) mais rapidamente o seu site vai aparecer na frente no Google.

Mas e aí? O que fazer? Veicular links patrocinados em todos sites de busca? A grande sacada é investir na otimização do site para os sites de busca. Um trabalho bem realizado de otimização e posicionamento em buscadores, proporciona que o site seja localizado entre os primeiros resultados em buscas efetuadas por diversas palavras-chave. E isso ocorre em praticamente todos sites de busca. Mas a principal vantagem é que essas posições se mantêm por muito tempo, fazendo com que esse formato de marketing tenha o melhor custo-benefício entre todas alternativas de publicidade online ou offline.

Um dos segredos é utilizar as principais regras de otimização e rankeamento de sites. É assim que sempre conseguimos posicionar os sites dos nosos clientes à frente nos sites de busca: Yahoo!, Cadê?, Altavista, IG, Bing (ex-MSN), Terra, UOL e outros. Como levar vantagem em relação à concorrência se o seu site não aparecer na 1a página dos sites de busca? A internet é uma porta aberta para a entrada de clientes. No seu site e no do seu concorrente. Quem aparecer na frente leva vantagem.

Fonte: Publicidade na Web

A web corporativa e as redes sociais – Uma relação de oportunidades e riscos

Publicado por viviane em 21/01/2010 09:24am

O desafio das empresas é achar o equilíbrio entre seus portais corporativos e o ainda selvagem universo das redes sociais – em uma relação de simbiose, e não de canibalismo.

Com forte exposição na imprensa e número faraônico de usuários, as redes sociais tornaram-se foco de atenção nas corporações de todos os segmentos do mercado: varejo, conteúdo, telecom, automotivo, petrolífero, financeiro etc. No entanto, estamos saindo da fase da euforia da novidade para o pragmatismo dos projetos com retornos esperados. Por sinal, esta transição da euforia para os “pés no chão” já aconteceu inúmeras vezes se observamos a evolução da web nos últimos 10 anos, com direito a bolhas e sub-bolhas especulativas.

Independente da intensa dinâmica da internet, o cerne da questão para uma empresa consiste em como usar a web para se relacionar com o seu cliente: antes, durante e após a venda/serviço. Mesmo com metas claras e definidas, o desafio se intensifica, pois tanto o consumidor como a web estão mudando ao mesmo tempo, e em ritmo cada vez mais alucinante. É fundamental que acompanhemos as inovações, mas com o cuidado de observar que, na maioria das vezes, a web evolui em um processo de agregação de novos valores – e não necessariamente de substituição.

No tráfego pela web, tradicionalmente usuários vão até uma URL (endereço) para interagir com o portal da empresa onde podem aprender sobre os produtos e serviços, comprá-los e posteriormente receber o suporte online adequado. Este tráfego em um portal da empresa ocorre sob um brand consistente e uma experiência de uso que pode ser bem monitorada. Além de geração de receita e redução de custo, o portal deve ser usado para entender o comportamento do consumidor, formando uma poderosíssima ferramenta de CRM. Vide a Amazon, que talvez já valha mais por suas soluções e algoritimos de CRM, do que pela operação de varejo propriamente dita.

Em paralelo a este portal sob a gestão da empresa estão, na mesma web e a um clique de distância, as redes sociais - que por natureza são estruturas abertas, onde a informação flui livremente entre milhões de usuários que se comunicam sobre qualquer tema. Os usuários das redes desenvolvem comunidades baseadas em proximidade de interesses. Naturalmente, entre estes temas de interesse estão as marcas, produtos, serviços e conteúdos que estes usuários (e suas relações) gostam e desgostam. Estamos potencialmente diante de uma preciosa fonte de informação sobre as segmentações no comportamento do consumidor.

Entender o valor dos relacionamentos online nas redes sociais tornou-se um grande desafio para qualquer negócio que tenha uma presença web. Este entendimento, no entanto, não é nada trivial. Estamos falando de milhões de usuários trocando bilhões de informações simultaneamente sobre qualquer tema.

Neste universo, o valor médio da relevância da informação cai para perto do zero. Ou seja, para filtrar informações que possam efetivamente contribuir para uma estratégia de comunicação ou formação de CRM, precisamos de algorítimos que vasculhem as redes sociais e que tenham um entendimento semântico das informações. Google, Yahoo!, Microsoft e Facebook estão nesta corrida de desenvolvimento com o fim de prover esta inteligência de marketing a corporações e anunciantes.

A ideia é entender por que nos conectamos a determinadas pessoas e a quem realmente escutamos dentro da nossa rede de relacionamentos. Nesta iniciativa trabalham equipes compostas por sociólogos, antropólogos, economistas e programadores. Apesar de populares, as redes sociais ainda têm de se provar como plataformas de comunicação e marketing. Por exemplo, o Facebook tem uma receita estimada de cerca de U$300MM este ano, o que representa aproximadamente apenas 10 centavos por mês por usuário.

Possivelmente, o caminho para as corporações na web está em entender a linha de equilíbrio entre seu portal e as redes sociais. O portal deve continuar a ser o canal de relacionamento do negócio com seus consumidores, evoluindo cada vez mais a qualidade da experiência do usuário. O monitoramento desta experiência dentro do portal pode, a curto prazo, resultar em informações de alto valor estratégico.

Algumas empresas como a Dell estão trazendo as comunidades para dentro de seus portais. Já que as pessoas vão falar o que quiserem nas redes sociais, por que não abrir um canal para falar diretamente com a empresa e formar comunidades por interesse ali mesmo, dentro do portal corporativo? Com estas comunidades internas pode-se sentir a “temperatura” das opiniões, entender hábitos de consumo e mesmo administrar crises de relações públicas.

Em volta do portal corporativo, temos o universo livre e selvagem das redes sociais, com bilhões de informações e ainda muito pouco entendimento das relações online. Este universo não substitui o portal corporativo: na verdade, pode e deve agregar valor a ele. A relação deve ser de simbiose, e não de canibalismo. As empresas que entenderem as linhas de equilíbrio neste ecossistema online devem ganhar tremendo poder competitivo dentro de uma internet que não pára de crescer - e evoluir.

Fonte: Emarket


contato@hi-midia.com
São Paulo: (11) 4063.2650
Rio de Janeiro: (21) 2244.8888
Rio de Janeiro (temporário): (21) 3506.7850