Nova ferramenta do Blogger permite personalização do layout

Publicado por viviane em 19/03/2010 10:25am

O Blogger teve papel ativo na revolução dos blogs desde 1999, mas há tempos a ferramenta tem sido criticada por ser lenta em adicionar recursos que costumam aparecer primeiro na concorrência.

Em resposta a esse pensamento dos internautas, o Google lançou na semana passada, ainda em fase de testes, uma ferramenta de personalização de layout que promete ampliar as possibilidades de modificação das páginas de seu blog para quem conhece HTML e CSS.

O Blogger Template Designer inclui projetos profissionais prontos para usar, modelos pré-construídos que podem ser modificados, um controle de ajuste de cores para alterar a paleta de opções do blog, acervo de fotos para uso como fundo de tela e uma interface avançada.

Para usar o Blogger Template Designer, os editores terão de se conectar a seus blogs por meio do Blogger in Draft, que é onde o Google expõe os recursos, ainda em fase de teste.

Fonte: Publicidade na Web

Painel sobre redes sociais no ambiente B2B

Publicado por viviane em 18/03/2010 16:46pm

Social Media World Forum

O painel contou com a participação do LinkedIn, XING e Viadeo, que são websites que permitem relações profissionais (network, procura de emprego e parcerias de negócios).

É fato que o ambiente B2B "educou" o B2C no que tange a importância das redes sociais. Os atuais  portais B2B nada mais fazem do que trazer para o ambiente online a mesma interação antes tida por profissionais apenas pelo telefone ou face a face. Empresas e universidades possuem comunidades específicas nos sites B2B. A Viadeo citou a comunidade criada para estudantes da HEC, uma das melhores escolas de negócios na Europa e comentou que espera que essas comunidades se mantenham eternamente no Viadeo, e que a medida que os estudantes se tornem profissionais, comecem a pagar por serviços oferecidos pelo Viadeo.

Diferente dos portais B2C, acredita-se que os portais B2B não devem sofrer com o fato de seus usuários envelhecerem. Afinal, um cidadão tem uma vida profissional ativa de cerca de 40 anos!

LinkedIn mencionou que 50% das global 500 já fazem recrutamento usando as ferramentas disponiveis pelo portal LinkedIn. Diferente de sites de recrutamento, as relações entre recrutador e candidatos são transparentes e os sistemas algorítimicos, e isso dificulta spams de vagas falsas e candidatos "mal intencionados. Da mesma forma, 1/3 da receita da Viadeo provém de empresas que usam o portal para anunciar empregos.

Duas dicas dadas pelos três palestrantes quanto ao engajamento da sua empresa com as redes sociais disponíveis online:

- Contrua um perfil detalhado da sua empresa nos maiores portais dos mercados onde atua. Isso vai permitir que clientes, parceiros e talentos encontrem a sua empresa online

- Não seja defensivo quanto ao uso das redes sociais B2B disponiveis online. Conheca, use, recomende!

O painel sobre networks sociais no ambiente B2B foi composto por: Patrick Crane (VP Marketing, LinkedIn), Peters Crosby (COO Europe, Viadeo, que é o "LinkedIn" da Asia, França e alguns países da América Latina) e Dr Helmut Becker (COO, XING, que é o "LinkedIn" da Alemanha).

LinkedIn, XING e Viadeo se reunem para recomendar o uso de redes sociais entre empresas e profissionais

LinkedIn, XING e Viadeo se reunem para recomendar o uso de redes sociais entre empresas e profissionais

Michelle Sartório, Consultora de Marketing e Comunicação

Dicas para engajar sua marca ao ambiente digital

Publicado por viviane em 18/03/2010 16:20pm

Social Media World Forum

Lucas Herscovici, Global Head of Digital and Innovation, Stella Artrois & Beck`s, apresentou os cinco passos necessários para o engajemamento digital das marcas:

1) Conheca seu consumidor

2) Direcione sua comunicaçãos a sites que sejam realmente pertinentes

3) Defina os recursos (financeiro, tempo, RH, TI etc)

4) Engaje-se, engaje sua empresa e funcionários

5) Analise o retorno do investimento digital e aprenda com seus erros e acertos

Além disso, Lucas sugeriu alguns passos para empresas que pretendam fazer campanhas de mídia social para produtos de consumo:

- Contrate um de seus clientes como gestor da comunidade (alguem que entenda do produto e de comunicação)

- Monitore e participe de comunidades relacionadas - ouça seus clientes e seja autêntico na sua comunicação - Deixe o corporativismo de lado!

- Facebook é um must em toda campanha de mídia social - conheca a ferramenta e planeje bem o seu uso

- Crie uma navegação simples para que seus consumidores sempre retornem a seu site ou campanha (e.x. dê prêmios "acessíveis")

- Teste a mídia digital para todas suas campanhas. Essa análise pode melhorar em até 5 vezes o retorno da sua campanha

- Use TV. A TV ainda não morreu!

As sugestões acima são baseadas nas melhores práticas da Anheuser-Busch InBev, empresa controladora das marcas Stella Astrois e Beck`s.

Michelle Sartório, Consultora de Marketing e Comunicação

Mídia social pode ajudar a reconstruir marcas

Publicado por viviane em 18/03/2010 16:10pm

Social Media World Forum

Freddie Lakers, Director, Digita Strategy, Sapient, apresentou uma nova visão sobre como a mídia social deveria ser inserida no contexto geral de marketing

Lakers compara mídia social a um grande cérebro de domínio público, onde todo conhecimento é alimentado e dividido com seus amigos/parceiros que tenham interesses parecidos. Diz ainda que o consumidor de mídia digital tem uma relação bem mais interative com a mídia que o consumidor "de mídia tradicional": ele participa de experiências entre diferentes plataformas e dá feedback em tempo real (ratings "on the fly"), resultando assim numa experiência mais "customizada e rica" toda vez que interage com seus websites de preferência.

Ele citou o exemplo da máquina interativa de venda de Coca-Cola, criada em 2009, (http://www.youtube.com/watch?v=JCK_hmCX5sc), que permite grande interação do consumidor com o produto/máquina e resulta numa experiência de consumo muito mais rica.

Quanto ao futuro, ele acredita que:

- O termo mídia "social" poderá ser substituído pelo termo mídia "digital", já que mídia social permite: design de produtos, comércio social, outdoor digital, análise de audiências e muito mais.

- Mais e mais empresas passarão a adotar os mini-feeds do Facebook para promover suas marcas a custo reduzido

- Consumidores enfrentaraão o "Big Brother Effect": Freddie acredita que empresas irão agregar informações recebida dos seus clientes para criar uma grande base de dados que vai permitir maior precisão na comunicação de marcas e produtos.

Freddie Lacker acredita que o termo "mídia social" deve ser substituído por "mídia digital"

Freddie Lacker acredita que o termo "mídia social" deve ser substituído por "mídia digital"

Michelle Sartório, Consultora de Marketing e Comunicação

Surgimento do iPhone há menos de 2 anos impulsionou a mídia social pelo celular

Publicado por viviane em 18/03/2010 16:00pm

Social Media World Forum

Tim Hussain,  Head of Mobile & Video Advertising, BSkyB, disse que a Sky tem uma equipe dedicada a networks sociais que também é responsável pela avaliação da presença das marcas Sky na mídia social e digital como um todo. Como anunciante, a Sky já faz algumas ações de marketing pelo celular (le-se iPhone), incluindo click through campaigns (referral) e promoção de seus programas de TV.

Tim acredita que o mercado (ainda) não está colocando verba e esforço suficientes em mídia social pelo celular e isso se deve ao fato de a mídia social através da TV e celular ainda não ter caído no "gosto popular".

Abordados sobre o futuro, os palestrantes acreditam que as empresas precisam otimizar seus websites para uma melhor navegação pelo celular. Além disso, acredita-se ser necessário uma integração real entre as várias plataformas: TB, celular, internet e canais de marketing tradicionais/offline (jornais, outdoors, revistas etc).

O painel sobre mídia social pelo celular foi composto por: Tim Hussain (BSkyB), Matt Dicks (Flirtomatic) e Franco Beschizza (COI).

Michelle Sartório, Consultora de Marketing e Comunicação

Afilio: novo site, nova comunicação, novo layout

Publicado por viviane em 18/03/2010 12:21pm

De velho mesmo, só o sucesso de nossas campanhas

Uma das maiores redes de afiliados brasileira vem aprimorando suas técnicas, investindo e capacitando sua equipe, que atualmente faz do Afilio não apenas uma plataforma de afiliação, mas sim um sistema único - que por um lado, alcança e supera as expectativas de ganhos de seus Anunciantes e Afiliados - e por outro, um sistema mais humano, que oferece toda atenção e suporte necessários para seus afiliados aproveitarem o máximo das campanhas.

Veja as novidades:

- Uma pessoa inteiramente responsável pelos afiliados, para responder suas dúvidas, ver a relevância das suas sugestões e criar programas de incentivo.

- Desenvolvemos uma pesquisa que está ajudando a conhecer um pouco mais sobre nossos afiliados de acordo a relação deles com a nossa plataforma de afiliação.

- Atualização periódica de mídias como o blog do afilio, twitter e fórum.

- Envio periódico de newsletters com promoções e melhores práticas das campanhas.

- Novas campanhas de Accor, Chute fácil, Viajanet, global panel.

- Redação de manual explicativo da plataforma. (Em breve!)

É bom ressaltar que o Afilio não é só uma plataforma, temos uma equipe de profissionais que faz o afiliado ter sempre o melhor aproveitamento das campanhas.

A nova era da comunicação e do marketing

Publicado por viviane em 18/03/2010 10:33am

Por Wilson Bento*

Primeiramente vamos compreender bem: comunicação não é o marketing; é uma de suas ferramentas. Acredito no conceito genérico de que marketing é “fazer você comprar de mim” e a comunicação, portanto, seria um elemento poderoso para se vender um produto, serviço, uma ideia ou mesmo um perfil.

Uma vez que rapidamente diferenciamos marketing e comunicação, vamos tentar esclarecer o que é realmente a Web 2.0. Trata-se, na verdade, de uma nova forma de utilização da Internet privilegiando a interatividade e a inteligência coletiva sobre a inteligência individual. Isso acaba gerando um conhecimento coletivo à disposição da humanidade. Os grandes pontos de partida para este processo, sem dúvida foram o orkut e o wikipédia, espaços com amplo conteúdo gerado espontaneamente pelos internautas.

Bom, e agora o que esta tal de “Web 2.0” tem a ver com tudo isso? Fala-se tanto e aposta-se tanto nela como o diferencial do mundo virtual e uma das maiores revoluções da rede mundial de computadores desde a sua popularização, na segunda metade dos anos 90.

Mas independente do ponto de vista, a Web 2.0 pode realmente fazer a diferença: pra melhor ou pra pior. A definição sobre qual caminho será trilhado vai depender, ai sim, da forma como a Web 2.0 será utilizada. Caso seja entendida pelas organizações, empresas e canais convencionais de comunicação como uma poderosa fonte de informação ou mesmo como um fomentador de ideias e soluções para o trabalho de profissionais, conselhos gestores e administrativos, acredito que esta nova etapa de utilização da Internet pode ser entendida como revolucionária.

No entanto, caso a enxurrada de dados, dicas, sugestões e encaminhamentos forem totalmente tomados ao pé da letra, sem um tratamento profissional e crítico que pressuponha uma espécie de processo de triagem, a coisa pode desandar, ou seja, o potencial da Web 2.0 pode, neste caso, fazer ruir um empreendimento, um negócio ou mesmo a carreira de um profissional liberal, artista ou atleta.

Mas não há dúvidas de que a Web 2.0 deu nova vida para a comunicação e o marketing das empresas e organizações. Na comunicação, possibilitou a geração de conteúdo espontâneo por parte dos até então receptores e a criação de canais independentes de informação (os blogs). Os veículos de comunicação, que antes eram os emissores primários (apenas receptores de feedback), passaram a ser também receptores de novos conteúdos e informações.

Para a administração de marketing, a Web 2.0, corretamente utilizada, é realmente revolucionária.  Posts em blogs conceituados já levaram expressivas empresas a alterar campanhas e até mesmo produtos em função de impactos em públicos específicos não previstos em estudos estratégicos iniciais.

Alguns executivos estão criando e trabalhando com seus próprios blogs, que funcionam como uma espécie de instrumento de pesquisa, de consulta ou como termômetro de mercado. E são apenas alguns exemplos do potencial da Web 2.0. Na verdade, a cada dia que passa as organizações se adaptam melhor às vantagens da sua utilização.

Isso referenda objetivamente esta nova utilização da Internet como elemento oxigenador da comunicação e do marketing. Pode, inclusive, apontar soluções rápidas para problemas aparentemente duradouros. A única dica para as organizações é trabalhar com inteligência, seletividade e checagem de informações.

Buscar consultorias de empresas especializadas em novas mídias nunca é demais. E não esquecer: a Web 2.0 pode lhe fomentar com muitas e brilhantes ideias, mas quem conhece do seu trabalho é você e sua equipe.

* Wilson Bento é Diretor da Master Case Digital Business e especialista em Marketing Digital e em Gestão Empresarial.

Fonte: Wilson Bento

Crescimento de vendas online estimula uso de cartão de crédito na rede

Publicado por viviane em 17/03/2010 10:43am

No ano passado, o Brasil atingiu a marca de 66,3 milhões de pessoas com acesso à internet, de acordo com dados do Ibope Nielsen Online. Diante disso, as expectativas para o varejo virtual são cada vez melhores. De maneira geral, o aumento das vendas no e-commerce também reflete no aumento do uso dos cartões de crédito - meio de pagamento mais comum em lojas virtuais.

Para se ter uma ideia do “boom” do comércio eletrônico, somente os pagamentos de vendas online com cartões Visa registraram aumento de 42% no ano passado, considerando as regiões da América Latina e Caribe. Até dezembro, as transações com cartões da marca atingiram US$ 10 bilhões.

Concorrência e disposição para gastar

A inclusão cada vez maior de pessoas na rede é um dos principais fatores do aumento da audiência de sites de comércio eletrônico. A Visa considera ainda que a migração para a conexão banda larga e a maior penetração de computadores nos lares incentivarão ainda mais o crescimento do comércio eletrônico e, por consequência, o uso do cartão de crédito.

Mas não é só isso. Para o presidente da e-bit, Pedro Guasti, neste ano, o aumento da concorrência entre as varejistas trará descontos e promoções aos clientes, elevando as vendas via web. Se as expectativas vingarem e houver de fato um aumento do acesso à rede, previsto com programas de incentivo, como a banda larga popular, por exemplo, a utilização de cartões para pagamentos de compras online também deve subir.

Também porque os brasileiros estão dispostos a gastar na rede. De acordo com pesquisa realizada pela Provar e e-bit, no primeiro trimestre deste ano, 86,8% dos consumidores paulistas pretendem comprar pelo menos um item dos segmentos consultados na web. Na comparação com o trimestre anterior, houve aumento de 0,9% na intenção.

Fonte: InfoMoney


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